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O advogado João Pedro Paes de Campos
com o secretário-geral da OAB/MS, Luiz Renê, e Tiago Bunning

Os advogados, em Costa Rica, Averaldo
Barbosa e Gustavo Cabreira

O juiz eleitoral do TRE-MS Fernando
Estrada com os advogados Ewerton de Brito e Alberi Dehn

Os advogados Lauane Andrekowisk Volpe
e Luiz Henrique Volpe |
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Os advogados Flávio Jacó Chekerdemian
Júnior e Thiago Melim Braga

Os advogados Bruno Azambuja e o pai,
Walfrido Azambuja

Os advogados Daniel Castro e Dado Cury

Os advogados Pedro Gonçalves e a
esposa, Silmara Salamaia Gonçalves |
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ADEUS
Campo Grande amanheceu mais silenciosa ontem. Aos 63 anos, o
jornalista Celso Bejarano nos deixou, vítima de uma
insuficiência cardíaca, dessas partidas que parecem erro de
revisão no texto da vida. Repórter incansável do Midiamax,
Celso fez do jornalismo investigativo uma trincheira
elegante: apurava com rigor, escrevia com coragem e
publicava com responsabilidade. Era daqueles profissionais
raros que honram a notícia e dignificam a profissão. Deixa
lacuna difícil de preencher nas redações e no coração dos
que tiveram o privilégio de sua convivência. Que Deus
ilumine seu caminho pelo universo e, que as estrelas
reconheçam, desde já, a luz de um grande jornalista. |
INTERIOR
Prefeitos do interior seguem peregrinando por recursos, enquanto
anúncios grandiosos se concentram na Capital. Descentralizar no
discurso é fácil. Difícil é descentralizar o orçamento.
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TRANSPARÊNCIA
Há órgãos públicos que divulgam números com orgulho, mas
evitam explicar os detalhes. Transparência não é só publicar
planilha, mas permitir que a sociedade entenda o que está
lendo. |
NO RETROVISOR
Tem gente ocupando cargo técnico com a cabeça já na urna. Reunião
administrativa virou pré-campanha disfarçada. Em MS, o calendário
eleitoral começa sempre um ano antes e termina um ano depois.
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BASTIDORES
Em 2026, todo mundo é aliado, todo mundo é parceiro, todo
mundo é amigo de longa data. Até ontem, eram
adversários ferozes. Em MS, a memória política anda mais
curta que discurso de campanha. Ideologia, por aqui, anda
flexível; o que não se dobra é o interesse eleitoral. |
DESENVOLVIMENTO
Fala-se muito em crescimento econômico, mas ele ainda parece
escolher CEP. Enquanto alguns bairros ganham asfalto novo e
iluminação de LED, outros continuam convivendo com promessas
recicladas de campanha. |
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BOLSO
Todo ano, neste período, é aquele sufoco. Já viram o preço
do material escolar, dos tênis etc.? Fazer o quê? Tem que se
virar, porque o importante é estudar. |
CONHECER PARA PROTEGER
O 1º Congresso Mulheres que Defendem Mulheres, no próximo dia 07, às
8h, na Adepol, nasce como um chamado coletivo: tirar o enfrentamento
da violência de gênero do discurso e colocá-lo, de vez, na prática.
Com nomes como Carla Charbel Stephanini, Fernanda Barros
Piovano, Taís Soares Vieira Ferretti e Clarissa Carlotto Torres, o
evento reunirá mulheres que vivem, todos os dias, a linha de frente
da proteção. Mais que palestras, um gesto de responsabilidade
social. Porque, como bem resume o lema do Congresso: conhecer ainda
é a melhor forma de se defender.
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PRECEDENTES
Uma decisão que ecoa segurança jurídica e respeito às regras
do jogo. O Tribunal de Justiça de MS reafirmou, no
julgamento do agravo de instrumento da Log Engenharia Ltda,
que contrato público não é terreno de improviso. Ao garantir
o imediato reequilíbrio em favor da construtora, diante da
mudança indevida da alíquota de ISS de 2% para 5% pelo
Município de Caracol, a Corte preservou o princípio
constitucional do equilíbrio econômico-financeiro. Mais que
uma vitória jurídica, um recado claro: edital vincula,
proposta respeita parâmetros objetivos e a Administração não
pode alterar unilateralmente aquilo que sustentou a
contratação. Um precedente firme que fortalece a confiança
nas relações públicas e protege quem investe e trabalha pelo
desenvolvimento. |
PENSAMENTO DO DIA
Muitas pessoas fracassam porque tentam copiar outras, sem perceberem
que cada um de nós recebe uma folha única, com questões diferentes.
NA LEMBRANÇA
Há 22 anos, numa suíte do Copacabana Palace, hotel fundado por sua
família e posteriormente vendido, morria o playboy Jorginho Guinle,
aos 88 anos. Carioca tradicionalíssimo, agitou o Rio, Nova York,
Hollywood e outras cidades por onde passou com seu estilo. Sem nunca
ter trabalhado, ele gastou uma fortuna incalculável na vida. Um ano
antes de morrer, disse esta frase: "Vivi demais. Achei que ia viver
80 anos. Estou com 87. Me ferrei".
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