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PROCESSOS
Enxurradas de ações já batem na porta da Justiça depois do
fiasco no acesso ao show da banda Guns N’ Roses. Entre
congestionamentos quilométricos e uma desorganização digna
de bis, muita gente ficou do lado de fora, com ingresso na
mão e frustração no bolso. Não são poucas as demandas e pelo
visto, o verdadeiro espetáculo, agora, será nos tribunais.
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NOVOS RUMOS
Na sexta-feira, o Consórcio Guaicurus, da família Constantino,
confirmou a saída de Themis de Oliveira do cargo de
diretor-presidente, movimento que a coluna já havia antecipado. Para
o posto, retorna João Rezende, velho conhecido da casa, reassumindo
o comando da operação.
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SAUDADE
O velório do empresário Ivan Paes Barbosa, 92, realizado no
sábado, foi digno de aplausos, à altura de sua trajetória.
Na elegante sede da TV MS Record, em Campo Grande, o corpo
foi velado com requinte e organização. Tudo carregado de um
certo glamour, exatamente como ele era em vida. |
TRISTEZA
Corumbá e região pesarosas. A jovem e talentosa violinista Vitória
Elisany, de 19 anos, aluna do Instituto Moinho Cultural
Sul-Americano e musicista da Orquestra de Câmara do Pantanal, perdeu
prematuramente a vida. Estava indo para uma apresentação na Bolívia,
sentiu-se mal e voltou para ser internada, primeiro, em Corumbá,
depois, em Campo Grande. Tinha complicações graves no apêndice e não
resistiu.
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CONTA INEXATA
Parlamentar mudou de partido acreditando ser a última
bolachinha do pacote e só agora, tarde demais, descobriu que
vai servir de escada para outro subir até o Palácio
Guaicurus. Cálculos do próprio partido jogam com a eleição
de apenas um de seus candidatos.
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BAQUE NO AGRO
Em cinco dias, a 31ª Agrishow de Ribeirão Preto (SP) recebeu 197 mil
visitantes. As intenções de negócios somaram R$ 11,4 bilhões – 22% a
menos que em 2025. No evento, o vice-presidente Geraldo Alckmin
(PSB) anunciou que o Planalto liberou R$ 10 bilhões de crédito para
máquinas e implementos agrícolas. O presidente da feira, João
Marchesan, afirmou otimista que os investimentos no agronegócio não
param.
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PRATAS DA CASA I
Na quarta-feira, 29, a atacante Patrícia Sochor, do
Fluminense, fez 32 anos. De Iguatemi, ela é uma das craques
exportadas por Mato Grosso do Sul para o futebol brasileiro
e mundial. Depois do Comercial, passou por vários clubes,
entre os quais, Vasco, Osasco Audax, Ferroviária, Palmeiras,
Santos e o Huelva, da Espanha. Tem dois títulos na
Libertadores, com o Ferroviária, em 2020, e Palmeiras, em
2022.
PRATAS DA CASA II
A douradense Amanda Ferreira, 28, morou e jogou futebol em
Campo Grande e Chapadão do Sul, na adolescência. Depois,
defendeu o Bahia e clubes europeus na Polônia e Turquia,
onde foi um dos destaques do Galatasaray. Casou-se com o
jogador Anderson Cordeiro, do Votuporanguense, e mudou-se,
em 2025, para Votuporanga (SP), onde interrompeu a carreira
para dedicar-se ao filho do casal. |
DITO EFEITO
"Sem dúvida, talento é uma riqueza, então, por que quem trabalha com
poesia vive na pobreza? Por que profissionalizar o ofício de
escritor é uma batalha?” (De Luciene Carvalho, poetisa corumbaense,
atual presidente da Academia Mato-Grossense de Letras, em 13 de
agosto de 2015, quando se tornou a primeira mulher negra a ocupar
uma cadeira na instituição).

Em família: Gabriel, Carolina, a
vice-prefeita da Capital, Camilla Nascimento (sem partido), Bianca e
o pai, juiz de Direito, Atílio de Oliveira.
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PENSAMENTO DO DIA
No Congresso, promessas dançam conforme o vento… e o povo
paga a música sem nunca escolher a trilha. |
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Fotos: Gabriel Santos

Kelly Santos e o empresário Lauriney
Santos

Raphael Cance com Bela Galdioli e os
médicos Maria Cecília Trad e o marido, Alexandre Gonfiantini

Os empresários André Luís Santos e
Fúlvio de Moraes Barbosa

Cinthia Samudio e o marido, Vítor
Eugênio Tatão
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Divulgação

Às margens do lendário rio
Mississippi, na charmosa Cape Girardeau, o desembargador e
corregedor-geral de Justiça do TJMS, Ruy Celso Florence,
levou o pensamento sul-mato-grossense e do Brasil
além-fronteiras. A convite da Universidade Estadual de
Missouri, participou de uma conferência internacional na
qual entrelaçou Direito, tecnologia e democracia. Falou
sobre crimes cibernéticos que, invisíveis como o vento,
podem soprar dúvidas sobre eleições, abalar a confiança nas
instituições e turvar a liberdade do voto, tema que inquieta
tanto o Brasil quanto os Estados Unidos. Com a serenidade de
quem compreende o tempo, Florence defendeu conceitos,
alertou para a urgência legislativa e semeou a necessidade
de educação coletiva. Porque, no mundo digital, proteger a
democracia é também ensinar a enxergar o invisível. Na foto,
o desembargador Ruy Celso Florence com o professor doutor
James Newman, laureado da Universidade de Missouri e
coordenador do evento.
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NA LEMBRANÇA
O marechal Cândido Mariano da Silva Rondon nasceu em 5 de maio de
1865, em Mimoso, no Mato Grosso. Sertanista, geógrafo e professor,
ele fez os primeiros contatos com indígenas isolados e fundou o
Serviço de Proteção ao Índio, em 1910, entidade-mãe da atual
Fundação Nacional do Índio (Funai). Um dos grandes artífices da
demarcação das fronteiras brasileiras, Rondon também inaugurou o
Museu do Índio, em Botafogo, Rio de Janeiro, no ano de 1953, com
peças doadas pelos Bororó, de Mato Grosso. Seu lema inspirador
encerra a coluna de hoje: "Morrer, se preciso for; matar, nunca".
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