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O deputado federal Luiz Ovando (PP) e
o secre-tário municipal da Semades, Ademar Silva Júnior

O vereador de Campo Grande André
Salineiro (PL) e o empresário Eduardo Andrighetti

O pró-reitor de Pesquisa,
Pós-Graduação e Inovação da Uems, Vinícius Ribeiro, e o reitor,
Laércio de Carvalho

O vereador de Campo Grande Beto Avelar
(PP) e a esposa, Patrícia Avelar

O pecuarista Léo Brito e a esposa,
Maria Lizete Brito |
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As queridas, Simone Rocha com Marisa
Machado e Sônia Florence

As inteligentes Priscila Bumlai e Liz
Derzi Matos

O assessor especial da Segov, o
publicitário Oscar Diego, e a noiva, Letícia Farias

O advogado e doutor em Direito Civil
João Paulo Delmondes e a esposa, nutricionista, Giovana Morales

Os assados especiais, no estilo Texas,
do camarote da Acrissul, feitos por Thiago Duenha e sua equipe da
PBQ Meats |
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ENTENDI
No jogo político, tem gente que prefere insistir no
improviso a ler a partitura. O deputado federal Marcos
Pollon (PL) segue firme no sonho de disputar o Senado, mesmo
sabendo que, nas contas frias das pesquisas, ainda precisa
ultrapassar Capitão Contar (PL). E mais, a tal carta do
ex-presidente Jair Bolsonaro, escrita no calor do momento,
parece não ter validade no tabuleiro atual, segundo Flávio
Bolsonaro, que garante: os acordos do partido falam mais
alto que qualquer bilhete de cela. |
VÃO VENDO…
Esta campanha eleitoral pode ser uma das mais beligerantes dos
últimos tempos. Casos de agressão por causa de política já
começaram. No Rio de Janeiro, tentaram agredir fisicamente os
deputados Lindbergh Farias (PT) e Chico Alencar (PSol).
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PRESENÇA CONGRESSUAL I
A cardiologista Ludhmila Abrahão Hajjar foi homenageada com
a Comenda Nise da Silveira por indicação da senadora
Daniella Ribeiro (PP-PB). Professora da USP, ela publicou,
durante a pandemia da Covid-19, vários textos sobre a
importância da prevenção. Hajjar é médica da família da
senadora Soraya Thronicke (PSB), que participou da sessão
solene no Senado.
PRESENÇA CONGRESSUAL II
O vice-presidente, Geraldo Alckmin, está desfilando nos
corredores políticos com um otimismo que chama as atenções.
Deve ser o efeito da janela partidária que aumentou para
sete a bancada do PSB no Senado. São eles e elas: Rodrigo
Pacheco, Cid Gomes, Jorge Kajuru, Ana Paula Lobato, Chico
Rodrigues, Flávio Arns e Soraya Thronicke.
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ARRANCADAS
As vendas do setor automotivo em março superaram expectativas de
especialistas e da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos
Automotores (Anfavea). Foi o melhor mês para a produção de veículos
desde outubro de 2019, com 264,1 mil unidades produzidas, uma alta
de 35,6% sobre março de 2025 e de 27,6% sobre fevereiro.
DITO EFEITO
"É bem mais fácil tirar votos do Flávio que do Lula". (De Gilberto
Kassab, presidente nacional do PSD, comparando consistências
eleitorais). |
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BOQUIRROTO
Usar uma tornozeleira eletrônica até que não é tão
angustiante e depressivo como ficar trancafiado por mais de
um ano. Por isso, em vez de choramingar, o ex-vereador Tiago
Vargas (PP) deveria ser grato ao Judiciário, que aliviou sua
sentença por chamar de corrupto o ex-governador Reinaldo
Azambuja (PL), sem provas que sustentassem a grave
afirmação. |
OUTROS ARES
Mohamed Zaher, ex-presidente do Rádio Clube, do Operário FC e da
Associação dos Economistas de MS, mora, desde os anos 1990, em
Rondonópolis. Está com 78 anos e é um dos nomes ilustres do
município, onde já exerceu quatro mandatos de vereador e foi
presidente da Câmara, até sair de cena elegendo o filho, Ibrahim.
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ECONOMIA FORTE
Confiança não faltou nas palavras de dirigentes empresariais
que foram à solenidade de posse de Edmilson Jonas Verati na
presidência do Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros
Alimentícios de Campo Grande (Sindsuper-MS), no dia 09. Eder
Luís de Oliveira, o presidente da Associação
Sul-Mato-Grossense de Supermercados (Amas), participou da
cerimônia. A AMAS, por sinal, completou 45 anos – foi
fundada no dia 26 de março de 1981. |
PENSAMENTO DO DIA
A justiça tarda quando a sociedade se acomoda. Por isso, consciência
e coragem precisam andar juntas.
NA LEMBRANÇA
Se estivesse vivo, o economista e político mato-grossense, de
Cuiabá, Roberto de Oliveira Campos completaria, hoje, 109 anos.
Imortal da Academia Brasileira de Letras, ele faleceu em 2001, aos
84 anos, deixando uma extensa biografia na vida pública, tendo sido
diplomata, professor e escritor. Roberto Campos participou ainda da
criação do Banco Mundial e do FMI, foi ministro do Planejamento e
criou importantes ferramentas econômicas do País, como o FGTS, o
Banco Central e o BNDE, sucedido pelo BNDES. A frase que encerra a
coluna de hoje é dele: "No mundo real dos Estados e dos governos,
quem gasta o dinheiro tirado de todos não é quem o ganha e sim um
político ou burocrata que, antes de mais nada, trata de servir aos
seus próprios objetivos".
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