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FICARÁ ASSIM
O deputado estadual Jamilson Name (PP) obteve 35.211 votos e
só não entrou na lista dos eleitos por estar sub judice
em decisão monocrática dada na sexta-feira, 02, pelo
ministro do TSE Sebastião Reis Júnior, que indeferiu o
registro de sua candidatura. O fato é que o parlamentar
recorreu da decisão e caso se reverta em plenário, a
recontagem dos votos será feita. Com a redistribuição dos
35.211 votos no bolo, das nove vagas alcançadas pelo PL,
eles perderão uma, saindo o deputado Márcio Fernandes. Já
teve julgado semelhante ao de Jamilson, em que o parlamentar
retornou ao cargo. |
DEMANDAS
O cardiologista Ricardo Ayache, presidente da Cassems (Caixa de
Assistência dos Servidores do Estado de MS), entrou no último
trimestre do ano acumulando vitórias. Em Corumbá, reagiu firme e
desmontou ataque de fake news que tentava intrigá-lo denunciando
problemas para inaugurar-se a UTI do hospital do plano de saúde. A
falsa notícia caiu por terra. Agora, o Tribunal de Justiça de MS
derrubou a decisão liminar que impedia o reajuste no valor da
contribuição paga pelos cônjuges de segurados.
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PENDÊNCIAS
Algumas candidaturas que concorreram sub judice
continuarão com problemas para as eleições municipais de
2028. Isso porque enquanto não se esgota o direito ao
recurso, as pessoas que estão sendo julgadas não podem ser
impedidas de concorrerem. |
PÉSSIMO EXEMPLO
No domingo, escolas de todo o Brasil foram abertas para os cidadãos
votarem e escolherem seus representantes e não, como diz uma
postagem infame que circula pela internet, "escolherem seus
ladrões”. Além de ofender futuros administradores, ofende também o
povo, que tem direito ao voto e à escolha de cada um. Mais uma
manifestação e uma visão distorcidas dos direitos democráticos,
visão de quem faz da política uma maldita máquina de ódio, um poço
de revolta pela não eleição de seus escolhidos, pelo não respeito à
diversidade de opiniões. Generalizar as coisas não é um mal
necessário, mas um mal que deve ser eliminado.
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OLHO VIVO NA URNA I
Aos candidatos e aliados que, na reta final da eleição,
resolveram transformar dinheiro em argumento eleitoral, fica
o alerta: a urna terminou no domingo, mas a Justiça
Eleitoral continua trabalhando. Quem foi comprovadamente
flagrado comprando votos, seja candidato ou integrante de
campanha com participação ou anuência do beneficiário,
poderá responder pelos atos praticados.
OLHO VIVO NA URNA
II
A legislação prevê, para a captação ilícita de
sufrágio, multa e cassação do registro ou diploma. E para
quem imagina que uma vitória nas urnas apaga o pecado
cometido durante a campanha, a Justiça Eleitoral tem outra
resposta. O mandato não é salvo-conduto para quem tentou
comprar a vontade do eleitor. Agora é aguardar as provas e
deixar a Justiça fazer o seu trabalho, porque voto tem
dono: o eleitor! |
DOENÇA
Uma das 15 pessoas presas na Operação Gutenberg, a empresária
Rossana Paroschi Jafar alegou sofrer de epilepsia e obteve o
benefício da prisão domiciliar. Tudo bem. Mas ela é recorrente em
denúncias com a mesma natureza: desvio de verbas públicas. Está
usando tornozeleira.
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HORA DE REFLETIR I
Para muitos nomes que entraram na disputa eleitoral sonhando
com uma votação expressiva e terminaram diante de um
resultado muito abaixo do esperado, talvez seja hora de
parar, respirar e fazer uma reflexão sincera. Não adianta
colocar a culpa no eleitor, na campanha, nos adversários ou
nas circunstâncias.
HORA DE REFLETIR II
Na solidão do travesseiro, talvez valha perguntar a Deus: o
que eu fiz para o povo não depositar em mim a confiança que
eu esperava? Foi a arrogância? O temperamento? A maneira de
tratar as pessoas? O estilo de fazer política? A distância
das ruas? As promessas que não convenceram? Ou simplesmente
faltou a mim compreender aquilo que o eleitor estava
dizendo?
HORA DE REFLETIR
III
A urna, gostem ou não, também é um espelho. E quando o
resultado vem muito abaixo do esperado, mais importante do
que procurar culpados é ter humildade para perguntar: onde
foi que eu errei? Porque, na política, quem não aprende com
a derrota corre o risco de repetir a história. |
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Fotos: Gabriel Santos

Os
namorados Renato Bataglini e Ana Júlia Denardi

Os empresários Adriano Amaral e a
esposa, Graciela Amaral

O jornalista Juliano Vaka e a esposa,
advogada, Tarsila Marzola

O empresário Sílvio Galante e a
cunhada, produtora rural, Shirley Mara Barbosa

O empresário Adilson Foizer e o
representante comercial Vicente Grosso
TOGAS
Em dias de cão para o Judiciário em face da crise instalada no STF,
o desembargador Luiz Tadeu Barbosa Silva foi eleito, e por
aclamação, para presidir o Tribunal de Justiça de MS (TJMS) nos
próximos dois anos. No discurso, logo após a eleição, ele apregoou o
fortalecimento da instituição.
PENSAMENTO DO DIA
Cada decisão que tomamos é uma semente plantada no nosso destino.
NA LEMBRANÇA
O escritor Edgar Allan Poe morreu no dia 7 de outubro de 1849, em
Baltimore, EUA. Tinha 40 anos e estaria com hidrofobia, segundo o
laudo emitido à época. Poeta e romancista, foi autor também de
contos fantásticos. Sua obra mais famosa é o poema O Corvo (1845).
Viveu uma vida boêmia e suas últimas palavras teriam sido "Deus,
salve minha pobre alma". |