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fernandosoares_29-03-2026

SANTIAGO BELACQUA, O MICHELANGELO

DA ATUALIDADE, EXPÕE NA CAPITAL

 

 

Fotos: Gabriel Santos

Entre traços e silêncios, a arte ganha voz no coração da Assembleia Legislativa de MS. As telas do português Santiago Belacqua na exposição Amarras abrem-se como janelas da alma, dialogando com o olhar e provocando sentimentos que escapam das palavras. É o instante em que a cultura floresce, reunindo artistas e sensibilidades num mesmo espaço, onde cada cor conta uma história e cada visitante leva consigo um pedaço dela. Inspirada pela participação de Belacqua na 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre Espécies Migratórias (COP15), realizada em Campo Grande, a exposição traz à tona reflexão estética e ambiental. Em suas obras, o artista apresenta animais migratórios e símbolos do Pantanal envoltos em cordas, como metáforas visuais de um mundo em tensão. Famoso por ter doado ao Papa Francisco duas de suas obras, o artista ganhou o mundo. Ao lado do pintor português, nomes sul-mato-grossenses ampliam a narrativa da exposição: Patrícia Helney, Fernando Anghinoni, Marco Oliveira Pinto, Erika Rando, Ana Maria Rabacow, Alan Vilar e Lúcia Monte Serrat. Juntos, constroem uma linguagem plural entrelaçando o local e o global. A exposição vai até o dia 31, no Saguão de Exposições Nelly Martins. Confira alguns flashes…

 

O presidente da Assembleia Legislativa de MS, Gerson Claro (PP), e o secretário de Comunicação Institucional, Luciano Lima

 

A diretora de cerimonial da ALMS, Severina da Silva, com o empresário Jaime Valler, a psicóloga Cristianne Nunes e a diretora de RH da Assembleia, Marlene Figueira

 

A artista plástica Erika Rando Arctan e a arquiteta Mara Barros

 

Márcia Rodrigues e a artista plástica Ana Maria Rabacow

 

Os professores universitários Marcelo Fernandes e Ana Lúcia Gaborim

 

O artista quando entregou uma de suas obras ao saudoso Papa Francisco

 

O artista plástico Santiago Belacqua com os deputados Rinaldo Modesto (Podemos) e Mara Caseiro (PSDB)

 

Os escritores Delasnieve Daspet e o marido, Élcio Vieira

 

A curadora das grandes exposições, Lúcia Monte Serrat, e a artista plástica Patrícia Helney

 

A advogada Caroline Rosa e a filha Ana Rosa

 

Iranilda Resende Lara e Fabiana Rabacow

 

Reprodução

A exposição Amarras foi lançada com réplicas, pois as telas não chegaram a tempo de Portugal, mas chegam ainda hoje.

 

Wagner Guimarães

O artista plástico Santiago Belacqua foi homenageado pelo legislativo estadual na presença de vários parlamentares

 

 

 

PÁGINAS DE CORAGEM 
Um relato em desabafo, resiliência e espiritualidade. Assim pode ser resumido O Céu dentro de mim, escrito pela jornalista corumbaense Sylma Lima, no qual a dor pela trágica perda do marido e de um filho é oferecida como prova de coragem, fé e compromisso com a vida. O lançamento da obra será na próxima segunda-feira, 30, às 18h, na Casa do Dr. Gabi, em Corumbá (MS).

 

PENSAMENTO DO DIA 
Quando a sociedade valoriza a verdade, a mentira perde espaço e o futuro ganha esperança.

 

NA LEMBRANÇA 
Carlos Alberto Ferreira Braga passou para a história da música popular brasileira com dois apelidos: João de Barro e Braguinha. Nascido em 29 de março de 1907, morreu dois meses antes de completar 100 anos, na véspera do Natal de 2006, no Rio de Janeiro onde viveu os 99 anos de existência. Autor de Chiquita Bacana (1949), Balancê (1937), Laura (1957), Copacabana (1946), Turma do Funil (1956), Pirata da Perna de Pau (1947), A Mulata é a Tal (1948) e de mais uma centena de sucessos do Carnaval e fora dele, teve uma vida repleta de alegrias, entre elas, ver a Mangueira ser campeã com um enredo em sua homenagem. Assim, a frase final é de Braguinha, cheia de alto-astral, "A vida só gosta de quem gosta dela".