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Entre traços e silêncios, a arte ganha
voz no coração da Assembleia Legislativa de MS. As telas do
português Santiago Belacqua na exposição Amarras abrem-se como
janelas da alma, dialogando com o olhar e provocando sentimentos que
escapam das palavras. É o instante em que a cultura floresce,
reunindo artistas e sensibilidades num mesmo espaço, onde cada cor
conta uma história e cada visitante leva consigo um pedaço dela.
Inspirada pela participação de Belacqua na 15ª Conferência das
Partes da Convenção sobre Espécies Migratórias (COP15), realizada em
Campo Grande, a exposição traz à tona reflexão estética e ambiental.
Em suas obras, o artista apresenta animais migratórios e símbolos do
Pantanal envoltos em cordas, como metáforas visuais de um mundo em
tensão. Famoso por ter doado ao Papa Francisco duas de suas obras, o
artista ganhou o mundo. Ao lado do pintor português, nomes
sul-mato-grossenses ampliam a narrativa da exposição: Patrícia
Helney, Fernando Anghinoni, Marco Oliveira Pinto, Erika Rando, Ana
Maria Rabacow, Alan Vilar e Lúcia Monte Serrat. Juntos, constroem
uma linguagem plural entrelaçando o local e o global. A exposição
vai até o dia 31, no Saguão de Exposições Nelly Martins. Confira
alguns flashes…

O presidente da Assembleia Legislativa
de MS, Gerson Claro (PP), e o secretário de Comunicação
Institucional, Luciano Lima

A diretora de cerimonial da ALMS,
Severina da Silva, com o empresário Jaime Valler, a psicóloga
Cristianne Nunes e a diretora de RH da Assembleia, Marlene Figueira

A artista plástica
Erika Rando Arctan e a arquiteta Mara Barros

Márcia Rodrigues e a artista plástica
Ana Maria Rabacow

Os professores universitários Marcelo
Fernandes e Ana Lúcia Gaborim

O artista quando entregou uma de suas
obras ao saudoso Papa Francisco |
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O artista plástico
Santiago Belacqua com os deputados Rinaldo Modesto (Podemos) e Mara
Caseiro (PSDB)

Os escritores Delasnieve Daspet e o
marido, Élcio Vieira

A curadora das grandes exposições,
Lúcia Monte Serrat, e a artista plástica Patrícia Helney

A advogada Caroline Rosa e a filha Ana
Rosa

Iranilda Resende Lara e
Fabiana Rabacow
Reprodução

A exposição Amarras foi lançada
com réplicas, pois as telas não chegaram a tempo de Portugal,
mas chegam ainda hoje.
Wagner Guimarães

O artista plástico Santiago Belacqua
foi homenageado pelo legislativo estadual na presença de vários
parlamentares |
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PÁGINAS DE CORAGEM
Um relato em desabafo, resiliência e espiritualidade. Assim
pode ser resumido O Céu dentro de mim, escrito pela
jornalista corumbaense Sylma Lima, no qual a dor pela
trágica perda do marido e de um filho é oferecida como prova
de coragem, fé e compromisso com a vida. O lançamento da
obra será na próxima segunda-feira, 30, às 18h, na Casa do
Dr. Gabi, em Corumbá (MS). |
PENSAMENTO DO DIA
Quando a sociedade valoriza a verdade, a mentira perde espaço e o
futuro ganha esperança.
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NA LEMBRANÇA
Carlos Alberto Ferreira Braga passou para a história da música popular
brasileira com dois apelidos: João de Barro e Braguinha. Nascido em 29 de
março de 1907, morreu dois meses antes de completar 100 anos, na véspera do
Natal de 2006, no Rio de Janeiro onde viveu os 99 anos de existência. Autor
de Chiquita Bacana (1949), Balancê (1937), Laura
(1957), Copacabana (1946), Turma do Funil (1956), Pirata da
Perna de Pau (1947), A Mulata é a Tal (1948) e de mais uma
centena de sucessos do Carnaval e fora dele, teve uma vida repleta de
alegrias, entre elas, ver a Mangueira ser campeã com um enredo em sua
homenagem. Assim, a frase final é de Braguinha, cheia de alto-astral, "A
vida só gosta de quem gosta dela". |
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