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NA HISTÓRIA
Os nove governadores titulares que o Estado já teve desde
1979 nasceram em quatro Estados e um país europeu. De Mato
Grosso do Sul: Pedro Pedrossian (Miranda), Wilson Barbosa
Martins (Rio Brilhante), Ramez Tebet (Três Lagoas), Zeca do
PT (Porto Murtinho) e Reinaldo Azambuja (Campo Grande).
Vieram do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro,
respectivamente, Harry Amorim, Marcelo Miranda e Eduardo
Riedel. E um é italiano, de Viareggio, André Puccinelli.
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PRÓS E CONTRAS
Se a prefeita Adriane Lopes (PP) tivesse alguém de total confiança
ao seu lado para preveni-la sobre alguns riscos inerentes ao cargo,
com certeza, seria aconselhada a não entrar em pendengas judiciais
temerárias ou inócuas. Ela tem o direito de reagir e de contestar
críticas que recebe. Mas daí a entrar com processo contra uma
parlamentar que a criticou – a deputada Érika Hilton (PSol/SP) –, a
distância é oceânica.

O diretor de Engenharia e Operações da
HVM Incorporadora em Campo Grande, Ricardo Toscani, e o engenheiro e
empresário Luciano Teixeira
CUMPLEAÑOS
Bolo, refrigerante, salgadinhos e muitos abraços esperavam pelo
repórter que faz a cobertura do dia a dia da Câmara Municipal de
Campo Grande pelo canal de TV da Casa. Sim, ele, o querido Pio
Lopez, que fez aniversário na segunda-feira e não escapou dos
carinhosos salamaleques dos admiradores.
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NA HISTÓRIA
Atualmente, Mato Grosso do Sul tem 79 municípios. Quando foi
criado, pela Lei Complementar n.º 31, de 1977, eram 55.
Assim, em 49 anos de vida, o Estado gerou 49 novas cidades,
prefeituras e câmaras de vereadores. Os caçulas são Paraíso
das Águas e Figueirão, criados em 29 de setembro de 2003. Há
um detalhe: Paraíso das Águas só obteve sua emancipação
definitiva reconhecida juridicamente em 03 de dezembro de
2009. |
FORÇA MAJORITÁRIA
Nas 79 câmaras municipais de Mato Grosso do Sul, apenas 21,3% das
cadeiras são de mandatos femininos. Megadiferença: 181 mulheres e
542 homens. Uma proporção que supera a média nacional, fração
representativa que preocupa nestes dias de machismo e violência de
gênero. Maioria na população e no eleitorado, as mulheres só ganham
em número nas câmaras de Caracol, Jateí e Porto Murtinho.

O casal Deise Carvalho e César
Nascimento

O empresário Neri Júnior Sucolotti
com o sócio-proprietário e administrador da BR Log Empreendimentos
Madson Fernandes |
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Fotos: Gabriel Santos

O CEO da Br Log Empreendimentos
Imobiliários, arquiteto Lucas Stein, e a esposa, advogada e
empresária, Paula Machado
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BATISMO E CRISMA I
Heitor Miranda dos Santos. Esse é o nome da ponte entre
Porto Murtinho, no Brasil, e Carmelo Peralta, no Paraguai,
sobre o rio de mesmo nome, porta de entrada da Rota
Bioceânica. A denominação foi proposta pelo deputado federal
Geraldo Resende (União Brasil) e teve o voto favorável do
relator no Senado, Nelsinho Trad (PSD). Heitor era do PT.
BATISMO E CRISMA II
Democracia não morre, assim como aqueles que deixam legados
perenes de tão exemplares, bons e frutíferos. Além de Heitor
Miranda dos Santos, outros murtinhenses também foram
baluartes na luta pela Rota Bioceânica. O empresário Flávio
Queiroz e o ex-vereador Osório Miranda dos Santos estão
neste seleto grupo de quem acreditou. |
DITO EFEITO
"Que a derrota para a Noruega ensine o Brasil a remar, para não
continuar morrendo na praia". (Do jornalista e blogueiro Valfrido
Silva, sobre a comemoração dos jogadores noruegueses na Copa,
imitando o movimento dos remadores vikings).

O empresário Jeferson Teixeira
Ninho com o compositor Paulo Fiapo
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REVERBERAÇÕES
Causou boa impressão a fala do secretário sul-mato-grossense
de Fazenda, Flávio César, no seminário Reforma Tributária
e os Desafios da Indústria Brasileira, em Macapá (AP).
Iniciativa em parceria entre as federações das indústrias
dos dois Estados, o evento reuniu empresários, lideranças e
analistas da área econômica. Flávio César destacou as
vitoriosas políticas públicas de fomento do governo de
Eduardo Riedel (PP). |
ÂNIMO RENOVADO
Foi reconduzido à Corregedoria-Geral do Ministério Público de Mato
Grosso do Sul (MPMS) o procurador de Justiça Helton Fonseca
Bernardes. Como adjunta, ele terá na Corregedoria a procuradora de
Justiça Ariadne de Fátima Cantú da Silva.
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PENSAMENTO DO DIA
O mundo seria mais leve se as pessoas gastassem menos tempo
apontando erros e mais tempo construindo soluções. |
NA LEMBRANÇA
Há 36 anos, morria, em Roma, durante a Copa do Mundo da Itália
(1990), um dos principais cronistas esportivos do País. João Alves
Jobin Saldanha, gaúcho do Alegrete, morreu aos 73 anos de idade
fazendo aquilo de que mais gostava na vida: falar e escrever sobre
futebol. João Saldanha foi um cronista como poucos neste País. De
gênio forte e conhecedor de futebol a fundo, chegou a ser técnico na
década de 60, comandando a seleção brasileira. Perdeu o cargo antes
da Copa do México, em 1970. Muitos atribuem sua substituição por
Zagallo a questões políticas – Saldanha foi militante ativo do
Partido Comunista Brasileiro dos 18 anos até morrer.
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