Na tarde da sexta-feira 18 de
julho, o promotor de Justiça Clóvis Amauri Smaniotto foi empossado
no cargo de Procurador de Justiça do MP de Mato Grosso do Sul,
durante uma solenidade bastante prestigiada no Colégio de
Procuradores de Justiça, na sede da Procuradoria-Geral de Justiça.
Natural de Planaltina, no Paraná, Smaniotto ingressou no Ministério
Público estadual em 1992 e percorreu uma trajetória marcada por
dedicação, coragem e compromisso.
Foram exatos 32 anos, seis meses e 27 dias até alcançar o topo
máximo da carreira, coroando uma caminhada exemplar, que passou por
diversas comarcas: Dourados, Coxim, Aquidauana, Bandeirantes, Costa
Rica, Ponta Porã e Campo Grande, onde também atuou com destaque no
Gaeco. Em sua nova missão, o agora Procurador de Justiça da 10ª
Procuradoria de Justiça Criminal pretende levar toda a experiência
acumulada na primeira instância, mantendo a postura firme, serena,
séria, convicta e corajosa que sempre pautou sua atuação.
Dona Ida Smaniotto e o neto, trader
financeiro, Arthur Smaniotto
O presidente do TJMS, desembargador
Dorival Renato Pavan, e o secretário de Estado de Justiça e
Segurança Pública de MS, Carlos Videira
Os procuradores de Justiça de MS André
Antônio Camargo Lorenzoni, Sílvio Amaral Nogueira de Lima e Rogério
Augusto Calabria de Araújo
O procurador-chefe do MPF em MS, Luiz
Eduardo Camargo Hernandes, sua esposa, a advogada Jacqueline Torres,
e o procurador de Contas substituto, do Ministério Público de
Contas, Joder Bessa
A promoção de Smaniotto é não apenas
justa, mas também motivo de orgulho para o Ministério Público e para
todos que acompanham de perto a história de homens que honram a
toga. Como jornalista com 33 anos de estrada, posso afirmar, sem
hesitar: ele é um dos promotores mais atuantes que já conheci.
Parabéns! Amanhã, mostrarei mais…
O procurador de Justiça Clóvis
Smaniotto recebeu a toga da mãe, Ida Smaniotto, e da esposa, Cláudia
Fialho de La Fuente Smaniotto
A procuradora-chefe do Ministério
Público do Trabalho em MS, Cândice Arosio, e o marido,
procurador-geral de Justiça, Romão Ávila
Milhan Júnior
O corretor de imóveis Victor Smaniotto
e a esposa, designer de moda, Renata Smaniotto
Desembargadores do TJMS: Lúcio
Raimundo da Silveira e o presidente do TRE-MS, Carlos Eduardo Contar
O novo procurador Clóvis Smaniotto
recebendo a carteira funcional do procurador-geral de justiça Romão
Ávila Milhan Júnior
POIS É…
Se está ruim para o conselheiro afastado do TCE-MS, imagina
para o povo?! Iran Coelho das Neves, que já comandou o
Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul e foi afastado por
corrupção, agora tem bens na mira da Justiça por dever mais
de R$ 18 mil em IPTU de um apartamento de alto padrão em
Campo Grande. Mesmo com salário nas alturas, o ex-presidente
do TCE não quitou os débitos de 2020 e 2021 e pode ter bens
penhorados. Se quem deveria fiscalizar as contas públicas dá
esse exemplo, o que esperar do resto?
BRASIL/JAPÃO
Encerrado domingo, 20, em Tóquio, o Festival Brasil 2025 teve uma
aquidauanense na representação brasileira, a cantora Márcia
Cordeiro, convidada pela Câmara de Comércio Brasileira no Japão. O
evento celebrou a amizade entre os dois países, a diversidade e a
riqueza da música brasileira.
ADEUS I
A cantora, atriz, apresentadora e empresária Preta Gil
morreu, no domingo, 20, aos 50 anos. Filha do cantor e
compositor Gilberto Gil, 83, ela fazia, havia quase dois
anos, um tratamento contra um câncer no intestino. Preta
esteve, nas últimas semanas, nos Estados Unidos, em
tentativa de tratamento experimental contra o câncer. Em
dezembro, ela passou por cirurgia, com duração de 18 horas,
para retirar tumores, no hospital Sírio-Libanês, em São
Paulo. A atriz deixa um filho, Francisco Gil, de 30 anos,
fruto de seu relacionamento com o ator Otávio Müller, e uma
neta, Sol De Maria, de nove anos.
ADEUS II
Os últimos registros de Preta Gil foram feitos por seus
melhores amigos. Na última semana, eles revezaram-se nos
cuidados e na companhia à cantora no apartamento de Gilberto
Gil, debruçado sobre o Central Park, em Nova York. Carolina
Dieckmann, uma das mais íntimas, voou para os Estados Unidos
a fim de despedir-se de Preta.
PENSAMENTO DO DIA
Coma tudo que você quiser e se alguém lhe der um sermão sobre seu
peso, coma esta pessoa também.
CONTA E RISCO I
No PL e tendo Jair Bolsonaro de padrinho, o ex-governador
Reinaldo Azambuja inicia nova caminhada política. Novos
desafios esperam-no, um deles, imprevisível. Vai carregar
uma inevitável associação aos atos e pensamentos de um
ex-presidente que está às portas da cadeia, com seu
histórico na vida pública já arruinado. Pergunta-se, por
aqui, se o tamanho do prestígio local de Azambuja será tão
grande a ponto de sufocar eventual impacto negativo pela
companhia do Messias.
CONTA E RISCO II
O ex-governador tucano Reinaldo Azambuja não quer que sua
pré-candidatura fique amarrada com um nó exclusivo à do
senador Nelsinho Trad (PSD). O motivo simples: ambos, em
tese, representam um único bloco ideológico, o da direita.
Há o temor de que isso limite o campo de escolhas do
eleitorado.
DIA DELA
Hoje é o dia dela! Natural de Magdala, na Galileia, Maria Madalena
foi contemporânea de Jesus Cristo. Seu testemunho é encontrado nos
quatro Evangelhos: “Os 12 estavam com ele, também mulheres que
tinham sido curadas de espíritos maus e de doenças. Maria, dita de
Magdala, da qual haviam saído sete demônios…”(Lc 8,1-2). Maria
Madalena foi a primeira testemunha da Ressurreição de Jesus: “Então,
Jesus falou: ‘— Maria!’ Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: ‘—
Rabûni!’ (que quer dizer mestre)” (Jo 20,16). A partir desse
encontro com o Ressuscitado, Maria Madalena, discípula fiel, viveu
uma vida de testemunho e de luta pela santidade. Existe também uma
tradição de que Maria Madalena, juntamente com a Virgem Maria e o
Apóstolo João, foi evangelizar em Éfeso, onde depois veio a falecer.
O culto a Santa Maria Madalena no Ocidente propagou-se a partir do
século XII. Santa Maria Madalena, rogai por nós!
NA LEMBRANÇA
Gianfrancesco Sigfrido Benedetto Martinenghi de Guarnieri morreu há
exatamente 19 anos, em São Paulo, vítima de insuficiência renal
crônica. Líder estudantil na década de 50, Gianfrancesco Guarnieri
passou à história cultural brasileira como um dos mais influentes
dramaturgos. Sua peça de maior sucesso, Eles não Usam Black-Tie, foi
adaptada para o cinema. Ator de teatro e cinema, destacou-se também
na televisão, com novelas marcantes nas TVs Bandeirantes e Globo.