fernandosoares_22-08-2025

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FLASHES DO LANÇAMENTO DO LUXUOSO CONDOMÍNIO TAJ

 

 

Fotos: Gabriel Santos

Os empresários e sócios no empreendimento TAJ Marie Rose Sleiman e João Viotto

 

A médica Letícia Lanini e o piloto de avião Enzo Valler

 

A publicitária Giovanna Barbosa e a médica Juliana Cruz

 

Daniela Chedid com Cláudia Fragelli e Vanessa Sguissardi

 

Os pecuaristas Carol e seu pai, Ricardo Chedid

 

Lorena e o marido, empresário, Vinicius Francelino

 

 

A empresária da beleza Jacqueline Borges e o marido, consultor de vendas, Márcio Borges

 

A médica Shadia Jamal e o marido, empresário, Jeferson Júnior, carinhosamente chamado de Ninho

 

Ângelo Márcio Martins e a esposa, engenheira civil da Incorpore, Danielli Sevulski

 

Flávia Vilhena e o pai, o pecuarista Antônio Vilhena

 

Os advogados Marllon Borges e Natália Alves

 

Os advogados Alexandre Ávalo e a esposa, Isabella Ávalo

 

 

 

GESTO NOBRE 
Na ingente militância filantrópica, a elegante Cacilda Seraphim chama a legião de paladares exigentes para mais uma atitude humanista. Trata-se de um prato de refinado sabor, o filé à Suíça, preparado pelo incensado chef André Delon. A delícia está lá no Território do Vinho, disponível para a aquisição solidária. Metade das vendas é destinada a serviços essenciais prestados pela Associação Beneficente dos Renais Crônicos de Mato Grosso do Sul (Abrec).

 

ALERTA 
A senadora Soraya Thronicke (Podemos) fez um desabafo contundente, afirmando que a família Bolsonaro ilude eleitores com mentiras. O peso da declaração vem do histórico: eleita em 2018 como a senadora do Bolsonaro, Thronicke rompeu com o antigo aliado logo após assumir o cargo, o que sugere que suas críticas vêm de conhecimento de causa e experiência direta com a política do clã. 

 

RECONHECIMENTO 
No próximo dia 12 de setembro, o advogado, professor e secretário-executivo dos Povos Indígenas, Luiz Eloy Terena, será agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela UCDB, em celebração dos 60 anos do curso de Direito da instituição. Uma merecida homenagem a quem tem contribuído de forma exemplar para a educação, a cultura e os direitos das comunidades indígenas. 

 

POIS É… 
Virou cena comum e vergonhosa, em bares e restaurantes da cidade: carros oficiais sendo usados para levarem famílias inteiras a happy hours, almoços e jantares. E não para por aí: os mesmos veículos ainda são vistos buscando crianças nas escolas, muitas vezes, robustas e com plena condição de andarem em transporte particular. Um retrato claro do abuso com o dinheiro público, tratado por alguns como se fosse carro de uso pessoal. 

 

CALOTE DO AGRO I 
Ganham crédito subsidiado, juros camaradas, facilidades que nenhum outro setor da economia tem e ainda assim o agronegócio não consegue pagar a conta. O Banco do Brasil, maior financiador do setor, amarga R$ 12,73 bilhões em atrasos acima de 90 dias, o maior nível de inadimplência da história do agro. O rombo derrubou em 60% o lucro do banco no segundo trimestre. Metade das dívidas vem justamente do Sul e do Centro-Oeste, regiões que vivem exaltando sua força produtiva. Na prática, é calote oficializado, com direito até a recuperação judicial de R$ 2,27 bilhões.


CALOTE DO AGRO II 
O calote do agro ganhou até assessoria especializada. Escritórios jurídicos vêm incentivando produtores a entrarem com pedidos de recuperação judicial não como saída real para dívidas, mas como um instrumento de barganha para blindar-se patrimônio e escapar de cobranças e arrestos. Na prática, uma manobra que beira a fraude: em vez de pagarem o que devem, produtores usam a lei como escudo para empurrarem credores e o próprio Banco do Brasil ao prejuízo. Quem orienta esse tipo de artimanha está ajudando a transformar a recuperação judicial em sinônimo de impunidade. 

 

PENSAMENTO DO DIA 
Que a gente continue gigante diante de coisas que nos tentam fazer pequenos.


NA LEMBRANÇA 
Como esquecer JK? Há 49 anos, um acidente na Via Dutra, em Resende (RJ), causou a morte do maior presidente da história do Brasil. Juscelino Kubitschek de Oliveira tinha, à época, 73 anos e deixou um legado de modernização deste País, expresso pelo lema "50 anos em cinco", que norteou seu período nos palácios do Catete, Catetinho e do Planalto, entre 31 de janeiro de 1956 e 31 de janeiro de 1961. O construtor de Brasília deixou muitas frases em sua vida, das quais pinçamos esta: "A técnica é uma conquista do homem, pois representa o domínio da inteligência sobre as coisas".