
Os empresários e sócios no
empreendimento TAJ Marie Rose Sleiman e João Viotto

A médica Letícia Lanini e o piloto de
avião Enzo Valler

A publicitária Giovanna Barbosa e a
médica Juliana Cruz

Daniela Chedid com Cláudia Fragelli e
Vanessa Sguissardi

Os pecuaristas Carol e seu pai,
Ricardo Chedid

Lorena e o marido, empresário,
Vinicius Francelino
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A empresária da beleza Jacqueline
Borges e o marido, consultor de vendas, Márcio Borges

A médica Shadia Jamal e o marido,
empresário, Jeferson Júnior, carinhosamente chamado de Ninho

Ângelo Márcio Martins e a esposa,
engenheira civil da Incorpore, Danielli Sevulski

Flávia Vilhena e o pai, o pecuarista
Antônio Vilhena

Os advogados Marllon Borges e Natália
Alves

Os advogados Alexandre Ávalo e a
esposa, Isabella Ávalo |
GESTO NOBRE
Na ingente militância filantrópica, a elegante Cacilda
Seraphim chama a legião de paladares exigentes para mais uma
atitude humanista. Trata-se de um prato de refinado sabor, o
filé à Suíça, preparado pelo incensado chef André
Delon. A delícia está lá no Território do Vinho, disponível
para a aquisição solidária. Metade das vendas é destinada a
serviços essenciais prestados pela Associação Beneficente
dos Renais Crônicos de Mato Grosso do Sul (Abrec). |
ALERTA
A senadora Soraya Thronicke (Podemos) fez um desabafo contundente,
afirmando que a família Bolsonaro ilude eleitores com mentiras. O
peso da declaração vem do histórico: eleita em 2018 como a
senadora do Bolsonaro, Thronicke rompeu com o antigo aliado logo
após assumir o cargo, o que sugere que suas críticas vêm de
conhecimento de causa e experiência direta com a política do clã.
RECONHECIMENTO
No próximo dia 12 de setembro, o advogado, professor e
secretário-executivo dos Povos Indígenas, Luiz Eloy Terena,
será agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela
UCDB, em celebração dos 60 anos do curso de Direito da
instituição. Uma merecida homenagem a quem tem contribuído
de forma exemplar para a educação, a cultura e os direitos
das comunidades indígenas. |
POIS É…
Virou cena comum e vergonhosa, em bares e restaurantes da cidade:
carros oficiais sendo usados para levarem famílias inteiras a happy
hours, almoços e jantares. E não para por aí: os mesmos veículos
ainda são vistos buscando crianças nas escolas, muitas vezes,
robustas e com plena condição de andarem em transporte particular.
Um retrato claro do abuso com o dinheiro público, tratado por alguns
como se fosse carro de uso pessoal. |
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CALOTE DO AGRO I
Ganham crédito subsidiado, juros camaradas, facilidades que
nenhum outro setor da economia tem e ainda assim o
agronegócio não consegue pagar a conta. O Banco do Brasil,
maior financiador do setor, amarga R$ 12,73 bilhões em
atrasos acima de 90 dias, o maior nível de inadimplência da
história do agro. O rombo derrubou em 60% o lucro do banco
no segundo trimestre. Metade das dívidas vem justamente do
Sul e do Centro-Oeste, regiões que vivem exaltando sua força
produtiva. Na prática, é calote oficializado, com direito
até a recuperação judicial de R$ 2,27 bilhões.
CALOTE DO AGRO II
O calote do agro ganhou até assessoria especializada.
Escritórios jurídicos vêm incentivando produtores a entrarem
com pedidos de recuperação judicial não como saída real para
dívidas, mas como um instrumento de barganha para blindar-se
patrimônio e escapar de cobranças e arrestos. Na prática,
uma manobra que beira a fraude: em vez de pagarem o que
devem, produtores usam a lei como escudo para empurrarem
credores e o próprio Banco do Brasil ao prejuízo. Quem
orienta esse tipo de artimanha está ajudando a transformar a
recuperação judicial em sinônimo de impunidade. |
PENSAMENTO DO DIA
Que a gente continue gigante diante de coisas que nos tentam fazer
pequenos.
NA LEMBRANÇA
Como esquecer JK? Há 49 anos, um acidente na Via Dutra, em Resende
(RJ), causou a morte do maior presidente da história do Brasil.
Juscelino Kubitschek de Oliveira tinha, à época, 73 anos e deixou um
legado de modernização deste País, expresso pelo lema "50 anos em
cinco", que norteou seu período nos palácios do Catete, Catetinho e
do Planalto, entre 31 de janeiro de 1956 e 31 de janeiro de 1961. O
construtor de Brasília deixou muitas frases em sua vida, das quais
pinçamos esta: "A técnica é uma conquista do homem, pois representa
o domínio da inteligência sobre as coisas".
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