fernandosoares_20-03-2018

Edições anteriores

MAIS FLASHES DO LEILÃO QUARTO DE MILHA DO HARAS OURO VERDE

 

 

Fotos: Divulgação/Gabriel Santos

O empresário Pedro Vieira e Carlos Stephanini

 

Heitor Aires, o empresário Gabriel Brum e José Carlos Carrato

 

Os empresários, Fernando Garcia e o filho, Luciano

 

As pecuaristas, Valéria Gollo e Camila Teixeira

 

Fabíola e o marido, Conrado Stephanini

 

A pecuarista Olga Mattosinho e o marido, advogado, Paulo Renato de Castro Pinto

 

Rafael Azambuja e o arquiteto Adanilton Júnior

 

O advogado Antônio Rivaldo e o juiz eleitoral do TRE-MS, Abrão Razuk

 

 

 

CALORÃO
Em Corumbá, uma igreja católica proibiu o uso do ar condicionado durante as cerimônias religiosas, provavelmente por medida de economia. Revoltados, alguns fiéis estão se mobilizando para protestar no próximo sábado, em plena missa da Igreja Nossa Senhora de Caacupê, uma das mais tradicionais da cidade. Patrícia Acioly, do grupo de oração “Anjo Mensageiro da Paz”, classifica essa proibição como “atitude mesquinha” e lembra: são os próprios fiéis que se cotizaram para auxiliar na aquisição do aparelho.
 

GRANA GARANTIDA
Em reunião com o reitor Fábio Edir dos Santos Costa, assessores e porta-vozes de professores e alunos, o deputado Júnior Mochi (MDB), presidente da Assembleia Legislativa, levou boa notícia. Foi incisivo ao assegurar que os R$ 7 milhões extras acrescidos pelo Legislativo ao orçamento da Universidade Estadual (Uemes), para este ano, são imexíveis. O recurso está carimbado: vai para a implementação do Plano de Cargos e Carreiras dos técnicos administrativos do Nível V dos professores.
 

NO MEAT
Sabia que hoje é comemorado o Dia Mundial Sem Carne? A data surgiu em 1985, nos Estados Unidos, com a ONG FARM, e já um movimento consagrado no calendário vegetariano. O bacana é que, no mundo inteiro, grupos fazem ações de conscientização sobre os impactos que o consumo de carne traz e os diversos benefícios de uma alimentação baseada em frutas, verduras, grãos e legumes. Vamos aderir?
 

ALÍVIO GERAL
Eliana Teixeira, a filha, vibrou com o sucesso total da delicada cirurgia a que seu pai foi submetido, o deputado estadual Zé Teixeira (DEM), 1º secretário da Assembleia Legislativa. Logo que transmitiu a notícia pelas redes sociais, os meios de correspondência e contato do parlamentar ficaram abarrotados de manifestações de carinho e votos pela pronta recuperação. A cirurgia foi para remover um tumor.
 

PLANETA ÁGUA
Um azougue, a Míriam Duailibi. A presidente do Instituto Ecoar faz todas as pontes terrestres e aéreas possíveis para levar sua voz e seu respeitado engajamento nas causas ambientais. Ela é uma das protagonistas das mesas-redondas e debates do 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília. Além de dar sua contribuição em temas capitais, como a revitalização do Centro de Saberes e Cuidados Sócio ambientais da Bacia do Prata, também defendeu, no Painel de Alto Nível da ONU, a participação da sociedade civil na governança global da água.
 

PLANETA ÁGUA (II)
Quem estiver no Distrito Federal, amanhã, 21, poderá assistir ao Fórum Mundial da Água e acompanhar a jornalista e ambientalista Míriam Duailibi, de coordenadora e mediadora no debate sobre “Estratégias de Comunicação Para a Adaptação das Comunidades Vulneráveis Urbanas e Rurais às Mudanças Climáticas”. Será a partir das 9h, no Auditório Ulisses Guimarães, Sala Alvorada. Mais uma estrela campo-grandense brilhando mundo afora.
 

NA LEMBRANÇA
 No dia 20 de março de 1953, o Brasil perdeu o jornalista e escritor Graciliano Ramos. Alagoano de Quebrângulo, ele tinha 60 anos e deixou uma obra marcada pela temática social, com destaque para Vidas Secas e Memórias do Cárcere. Comunista por convicção, ele cunhou a bela frase de hoje: "Há coisas boas que trazem prejuízos; há coisas más que dão lucro".

 

 

Um comando de resultados pela cidadania

 

Todas as pessoas e forças institucionais precisam atuar em favor da paz e da justiça, tendo entre suas condições básicas a segurança e a proteção da sociedade. Nesse contexto, a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul oferece exemplos alentadores. Faz a prevenção e a conscientização, mas atua com vigor e coragem nas tarefas de repressão ao crime, merecendo o reconhecimento do povo e servindo de parâmetro nacional. A corporação tem os méritos. Contudo, é necessário reconhecer os grandes responsáveis por esse eito, verdadeiros líderes que conduzem a complexa missão. E este mérito se encaixa com perfeição no histórico do coronel Waldir Ribeiro Acosta.

Há apenas 13 meses no comando da PM/MS, coleciona importantes avanços, como a redução dos índices de criminalidade. Este resultado não é novo em seu currículo. Ao comandar o policiamento metropolitano, chefiou nada menos que 800 operações e garantiu a Campo Grande sensível redução nos índices de atos criminosos, sobretudo roubos e homicídios. O coronel Waldir Acosta é campo-grandense. Formou-se na Academia da PM do Rio de Janeiro e graduou-se em Direito pela Universidade Católica Dom Bosco. Tem também pós-Graduação em Gestão Ambiental e Direito Constitucional. Acumula as mais variadas honrarias, de diplomas e títulos de cidadania a outras homenagens de reconhecimento. Sua presença no comando da PM é, sem dúvida, uma das provas da competência do governador Reinaldo Azambuja para escolher as principais peças de sua engrenagem humanista de governo.

 

 

CANTORIA
Bombou na Internet o vídeo em que Carlos Marun puxa os sambas “Tudo Está no seu Lugar”, de Benito di Paula, e “Foi Um Rio que Passou em Minha Vida”, de Paulinho da Viola. Marun fez a vez do puxador e teve um coral insólito, reunindo o ex-governador André Puccinelli, o deputado Júnior Mochi e o ex-prefeito corumbaense, Paulo Duarte. Pra completar o ziriguidum, Puccinelli ainda arriscou-se num chocalho, mas, sem jeito, passou o instrumento para Mochi, que estava judiando de um pandeiro.
 

CAIXA MAGRO
Donos de agências de publicidade e profissionais da comunicação, que sempre faturam gordos extras durante as disputas eleitorais, andam um tanto desalentados. É que as novas regras, a redução do período oficial de campanha e os efeitos das operações de combate à corrupção eleitoral fizeram muitos financiadores recolher o flap e esperar até o último instante para pôr a mão no bolso. Ainda assim, ninguém duvida que o Caixa 2 continuará em uso.