fernandosoares_11-03-2018

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QOD BARBER SCHOOL: UM ANO DE SUCESSO

 

 

Fotos: Divulgação/Gabriel Santos

Franqueada pela empresária Mônica Corrêa, a QOD Barber School, trazida do Rio Grande do Sul, festejou esta semana seu primeiro ano em Campo Grande. A franquia trouxe para Campo Grande todo o charme dos cafés da Europa, com a expertise de barbeiros profissionais. Situado na Avenida Nelly Martins, 1210, o espaço, além de oferecer o serviço de barbearia, tem um ambiente recheado de coisas boas. “Nossa proposta aqui é atrair famílias inteiras. Fazer da QOD Barber School um lugar democrático, para todos”, conta Mônica Correa. Aberto há um ano, o local já tem clientes fieis, que desfrutam diariamente tanto dos cortes de cabelo como das bebidas. Mais do que uma simples barbearia, a QOD Barber Shop une o conceito vintage à ideia de um espaço inteiramente dedicado ao sexo masculino. Aqui, o velho ritual das navalhas e toalhas quentes é levado a sério, a começar pelos nossos barbeiros, que possuem a paixão old-school correndo pelas veias.

 

Mônica Corrêa e o empresário Jonas Schimidt

 

Os empresários, Bruno Scaff e a esposa, Fernanda

 

Gabriela Carmona, Aldo Cardoso e sua esposa, Neuza Cardoso, da diretoria do grupo HOG

 

Mônica Corrêa e um dos seus clientes, o arquiteto Luís Pedro Scalise

 

A publicitária Thaiz Amorim e a blogueira, Poli Landim

 

A equipe de barbeiros da QOD, Michel Bittencourt, Guilherme Nunes, Rafael Oliveira e Leonardo Gularte

 

Fachada da barbearia QOD, em Campo Grande

 

Tudo isso acontece num ambiente acolhedor, que resgata o espírito e a tradição das barbearias de antigamente. Confira alguns flashes da noite festiva...

 

Thereza Corrêa a filha, Maura Corrêa

 

Michely Lima e seu colega Vagner Rici

 

A gerente de marketing da QOD, Mirian Dutra, e a empresária Mônica Corrêa

 

Os empresários, José Roberto Brum e a esposa, Thaís Cunha

 

O dentista Wilson Pellencate e o empresário Rafael Rotta

 

Vinícius e o pai, empresário, Laurinei dos Santos

 

 

 

REVIRAVOLTA
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado rejeitou o projeto de lei que legaliza os jogos de azar no Brasil. A matéria, no entanto, tem grandes chances de aprovação na Câmara dos Deputados. Magno Souza, presidente do Instituto Jogo Legal, e empresários de turismo, apostam suas fichas na ideia de que prospere o custo-benefício de uma medida que, evitando a clandestinidade, fortalecerá as receitas públicas, aquecendo o mercado de trabalho e, ainda, cumprindo uma atividade normal nos sistemas capitalistas. O jogo do bicho, a roleta, os bingos e as loterias estão nesse pacote.
 

QUENTINHA
Comendo de marmitinha em uma das esquinas da cidade, um dos cerca de quatro mil cambistas que fazem e recolhem as apostas em Campo Grande, lamentava declarações da senadora Simone Tebet (MDB) contra a legalização do jogo do bicho. O triste disso tudo é que esse cambista votou em Simone, acreditando em suas pregações de defesa do emprego e da geração de renda.
 

QUENTINHA (II)
Naquele hora em que raspava o garfo na marmita, o cambista sequer poderia imaginar que ele e a “sua” senadora tinham algo em comum, além da relação eleitor-eleita: a marmita. É que Simone, por causa de rumorosa denúncia do Ministério Publico (MP), por irregularidades quando prefeita de Três Lagoas, ganhou o sugestivo apelido de “Marmitinha”. É uma pena! Senadora, advogada e representante do capitalismo ignorar que a legalização do jogo de azar é uma atividade permitida legalmente, controlada, geradora de empregos e fonte gorda de receitas públicas nos países capitalistas. Uma pena, mesmo, ela pensar assim!

 

DUPLA
No Bartholomeu, Paulo Sérgio & Santhiago comemoraram com um público vibrante e emocionado seus oito anos de estrada. É, de fato, uma das melhores e mais afinadas duplas da música brasileira. Daquelas do tempo em que cantar era para quem cantava, mesmo.
 

TEMPOS DE TRUMP
Flávio Rocha, o todo-poderoso dono da rede de lojas Riachuelo e pré-candidato à Presidência da República, quer ombrear em grosseria e boquirrotice com Jair Bolsonaro. É o que sinaliza com as ofensas que despejou contra as mulheres do MST que ocuparam uma de suas fábricas, durante duas horas. Frase dele, o Flávio: “Esse bando de vagabundas quer me intimidar, mas não vai conseguir”. Bolsonaro deve ter ficado com inveja de tamanha delicadeza.

 

LÁ E CÁ, NA LAMA
 Com a prisão de João Amorim, a perspectiva perigosa de ele não aceitar o papel de bode expiatório, o vai-da-valsa nos salões da “Coffee Break” e “Lama Asfáltica” segue em ritmo de ciranda. A Justiça, que mandou Amorim voltar para a cadeia, é a mesma que inocentou o deputado Paulo Siufi (MDB), desbloqueou os bens do ex-prefeito Alcides Bernal (PP) e ensaia jogar a pá de cal numa dessas operações. No rescaldo, vão sobrar desafios de afirmação para Ministério Publico, Polícia Federal, Receita Federal, Controladoria-Geral da União, Secretaria de Fazenda e os tribunais que orbitam nesse espaço turbulento.

 

PENTE-FINO
Falta chegar a vez da Operação Verão Legal 2018, em Campo Grande. Deflagrada pelo Ministério do Turismo, a operação visa à formalização do setor hoteleiro para, entre outros ganhos, melhorar os serviços prestados aos hóspedes, regularizar pendências e, ainda, ampliar o número de pessoas físicas e jurídicas no Cadastur.
 

PENTE-FINO (II)
Em Cuiabá, capital de Mato Grosso, no meio desta semana, a Operação Verão Legal 2018 foi concluída com inspeções em 42 hotéis e a notificação ou autuação de 36 meios de hospedagem. A principal irregularidade constatada foi a falta de registro no Cadastur (Sistema de Cadastro de Pessoas Físicas e Jurídicas no Ministério do Turismo). Já passaram por essa vistoria os hotéis de Brasília, Rio de Janeiro, Boa Vista, Maceió, João Pessoa, Palmas, Aracaju, Teresina, Fortaleza, Vitória, São Luís, Cuiabá e Goiânia.


TRAVESSIAS
Confiantes estão os investidores nos horizontes que se abrem, agora na sua versão concreta, com a construção da ponte sobre o Rio Paraguai. O investimento, de US$ 100 milhões, vai garantir a travessia rodoviária entre Porto Murtinho e a cidade paraguaia de Carmelo Peralta. É um ponto estratégico que, com a obra, assinalará o passo definitivo de implantação do corredor bioceânico, que aproximará o Brasil do acesso ao Oceano Pacífico. Para isso, foi preciso a Câmara dos Deputados apreciar e votar o acordo binacional, aprovado esta semana pela Comissão de Constituição e Justiça.
 

NA LEMBRANÇA
Amanhã, é dia de lembrar que em 12 de março de 1999, em Rockland, Estados Unidos, calava-se a voz da cantora lírica brasileira Bidu Sayão. Tinha 95 anos ao morrer de pneumonia e destacou-se em sua carreira internacional, a partir da década de 20, na Europa. Bidu Sayão foi soprano do Metropolitan Opera de Nova York, por 15 anos, e definia sua trajetória artística com a seguinte frase: "Minha carreira foi um milagre de determinação, de força de vontade e de desejo de vencer".